Entenda as coisas que eu digo, não vire as costas para mim
Porque eu passei metade da minha vida lá fora, você não faria diferente
Você me compreende? Você compreende?
Você gosta de mim? Você gosta de mim ficando lá?
Você percebe? Você sabe?
Você me compreende? Você me compreende?
Alguém se importa?
Infelicidade havia quando eu era jovem e nós não dávamos importância
Porque nós fomos educados para ver a vida como diversão e levá-la se pudermos
Minha mãe, minha mãe, ela me abraça, ela me abraçou quando eu estava lá fora?
Meu pai, meu pai, ele gostava de mim, oh, ele gostava de mim, alguém se importa?
Entenda no que eu me tornei, esse não era meu projeto
E pessoas de todo lugar pensam alguma coisa melhor do que eu sou
Mas eu sinto sua falta, eu sinto falta
Porque eu gostava disso, porque eu gostava disso quando eu estava lá fora
Você percebe? Você sabe?Você não me encontrou, você não encontrou
Alguém se importa?
Infelicidade havia quando eu era jovem e nós não dávamos importância
Porque nós fomos educados para ver a vida como diversão e levá-la se pudermos
Minha mãe, minha mãe, ela me abraça, ela me abraçou quando eu estava lá fora?
Meu pai, meu pai, ele gostava de mim, oh, ele gostava de mim
Alguém se importa?
Alguém se importa?
Alguém se importa?
Alguém se importa?
Alguém se importa?
Alguém se importa?
Alguém se importa?
Alguém se importa?
Alguém se importa?
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
CUIDE BEM DO SEU AMOR
CUIDE BEM DO SEU AMOR
(Longo Caminho)
A vida sem freio me leva, me arrasta, me cega
No momento em que eu queria ver
O segundo que antecede o beijo
A palavra que destrói o amor
Quando tudo ainda estava inteiro
No instante em que desmoronou
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz....
Cuide bem do seu amor
Seja quem for
E cada segundo, cada momento, cada instante
É quase eterno, passa devagar
Se o seu mundo for o mundo inteiro
Sua vida, seu amor, seu lar
Cuide de tudo que for verdadeiro
Deixe tudo que não for passar
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz
Cuide bem do seu amor
Seja quem for
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz
Cuide bem do seu amor
Seja quem for....
(Longo Caminho)
A vida sem freio me leva, me arrasta, me cega
No momento em que eu queria ver
O segundo que antecede o beijo
A palavra que destrói o amor
Quando tudo ainda estava inteiro
No instante em que desmoronou
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz....
Cuide bem do seu amor
Seja quem for
E cada segundo, cada momento, cada instante
É quase eterno, passa devagar
Se o seu mundo for o mundo inteiro
Sua vida, seu amor, seu lar
Cuide de tudo que for verdadeiro
Deixe tudo que não for passar
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz
Cuide bem do seu amor
Seja quem for
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz
Cuide bem do seu amor
Seja quem for....
sábado, 26 de setembro de 2009
saudade
vc já se pegou sentindo saudade de algo que está "do seu lado"?
""Essa palavra saudade
Conheço desde criança
Saudade de amor ausente
Não é saudade, é lembrança.
Saudade só é saudade
Quando morre a esperança""
(autor desconhecido)
concordo plenamente com o desconhecido.
sábias palavras.
o problema é ter certeza o que se sente....
...e esta confundio só a palavra.
esperança é a ultima que morre,
para nao haver testemunhas quando ela te apunhalar pelas costas....
sorrir faz bem.
""Essa palavra saudade
Conheço desde criança
Saudade de amor ausente
Não é saudade, é lembrança.
Saudade só é saudade
Quando morre a esperança""
(autor desconhecido)
concordo plenamente com o desconhecido.
sábias palavras.
o problema é ter certeza o que se sente....
...e esta confundio só a palavra.
esperança é a ultima que morre,
para nao haver testemunhas quando ela te apunhalar pelas costas....
sorrir faz bem.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
São sim....
as coisas são simples.
Por pior que sejam.
são simples....
você nasce e morre.(simples) o intermedio é problema só nosso.
(é tanta perspectiva, tanta vontade, tanta luta, tanto sofrimento, tanto sonho, tanto de trabalho, tanto de ilusão, tanta vontade, tanta alegria, tanto de preguiça, tanto de um monte de coisas muito além disso aqui, ou desse momento....)
e algum momento voce vê que;
é simples....
(mesmo que no momento seguinte não seja novamente)
*não estou nem com a intenção de escrever....
então, até mais!
"hoje é um novo dia de um novo tempo que começou....."
Por pior que sejam.
são simples....
você nasce e morre.(simples) o intermedio é problema só nosso.
(é tanta perspectiva, tanta vontade, tanta luta, tanto sofrimento, tanto sonho, tanto de trabalho, tanto de ilusão, tanta vontade, tanta alegria, tanto de preguiça, tanto de um monte de coisas muito além disso aqui, ou desse momento....)
e algum momento voce vê que;
é simples....
(mesmo que no momento seguinte não seja novamente)
*não estou nem com a intenção de escrever....
então, até mais!
"hoje é um novo dia de um novo tempo que começou....."
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Veja....
A vida da maioria das pessoas que eu conheço é um constante turbilhão de atividades. A rotina padrão é extenuante: trabalho, cursos, transportes, responsabilidades, relacionamentos. Às vezes parece que a sociedade se organiza de modo a não permitir que as pessoas tenham tempo livre.
Olhe ao seu redor e preste atenção no que as pessoas estão fazendo. Será que suas escolhas são adequadas às suas necessidades? Será que o que estão fazendo é o que as faz feliz, o que as realiza? Ou será que elas realmente não tem outra opção?
O que a inércia pode fazer conosco é extremamente perigoso. Romper o ciclo vicioso e olhar para dentro é fundamental. Isto não significa esquecer o que está ao seu redor: a consciência sobre si mesmo permite que a sua percepção sobre o mundo atinja novas perspectivas.
Por isso o recomeçar tem sido, em grande parte, introspectivo. Descobrir o significado dos problemas, angústias, paixões.
Algumas perguntas tem se repetido dentro da minha busca, e pensei que talvez pudessem ser recorrentes, questões que outras pessoas também compartilhassem.
- Aquilo que você busca conscientemente (aquilo que sabe que quer) é igual ao que busca inconscientemente (a maneira como você age)?
- Você acha que em geral tem sentimentos justos em relação às pessoas? Aqueles que você ama são merecedores do seu amor? Aqueles que você odeia são merecedores de todo este ódio?
- Como você lida quando suas vontades e desejos são contrários ao que você acha certo?
- Como você encara o fato de que a morte (sua e de pessoas queridas) é inevitável? O que você acha que precisa fazer para que o medo da morte não se torne um problema para você?
- Você se realiza com aquilo que você faz? Você gosta daquilo que é? O que te impede de mudar aquilo que julga necessário?
Essas são algumas das questões, e cada uma delas tem me feito refletir sobre alguns dias. Apesar de parecerem perguntas abstratas, pensar em nossas vidas a partir destas questões pode nos trazer um ganho de compreeensão bastante concreto.
(o que vocês encontraram?)
Olhe ao seu redor e preste atenção no que as pessoas estão fazendo. Será que suas escolhas são adequadas às suas necessidades? Será que o que estão fazendo é o que as faz feliz, o que as realiza? Ou será que elas realmente não tem outra opção?
O que a inércia pode fazer conosco é extremamente perigoso. Romper o ciclo vicioso e olhar para dentro é fundamental. Isto não significa esquecer o que está ao seu redor: a consciência sobre si mesmo permite que a sua percepção sobre o mundo atinja novas perspectivas.
Por isso o recomeçar tem sido, em grande parte, introspectivo. Descobrir o significado dos problemas, angústias, paixões.
Algumas perguntas tem se repetido dentro da minha busca, e pensei que talvez pudessem ser recorrentes, questões que outras pessoas também compartilhassem.
- Aquilo que você busca conscientemente (aquilo que sabe que quer) é igual ao que busca inconscientemente (a maneira como você age)?
- Você acha que em geral tem sentimentos justos em relação às pessoas? Aqueles que você ama são merecedores do seu amor? Aqueles que você odeia são merecedores de todo este ódio?
- Como você lida quando suas vontades e desejos são contrários ao que você acha certo?
- Como você encara o fato de que a morte (sua e de pessoas queridas) é inevitável? O que você acha que precisa fazer para que o medo da morte não se torne um problema para você?
- Você se realiza com aquilo que você faz? Você gosta daquilo que é? O que te impede de mudar aquilo que julga necessário?
Essas são algumas das questões, e cada uma delas tem me feito refletir sobre alguns dias. Apesar de parecerem perguntas abstratas, pensar em nossas vidas a partir destas questões pode nos trazer um ganho de compreeensão bastante concreto.
(o que vocês encontraram?)
Sensações
E se você estivesse diante de tantas cores que seus olhos desistissem de distingui-las? E se todo o empenho fosse em deixá-las livres para apresentar novos mundos?
se a música tomasse conta de você de tal forma que, sem perceber, você deixasse de ouvi-la e torna-se parte dela, se sua dança fosse o ritmo e melodia?
Se o seu corpo não fosse nada além daquilo que se movimento pelo espaço e que sente (e faz sentir) de forma tão intensa? (você já experimentou a ponta dos seus dedos levemente subindo pelo seu braço?)
E se você fosse capaz de se entregar às sensações, o que isso acarretaria? O que isto faria com o modo de pensar sua vida e suas prioridades?
Não se trata de escravizar-se pelo poder inebriante que as sensações podem nos 0ferecer. Trata-se de perceber as limitações inerentes à razão, incapaz de responder por estímulos sensoriais de forma tão profunda e significativa.
Saber é importante, mas não é tudo. Preciso, cada vez mais, descobrir sobre o sentir, entender o que dizem as sensações. Não haverá verdadeira revolução, nenhuma libertação sustentável ou felicidade plena que possa ser atingida, única e exclusivamente, por construções racionais que desconsiderem a grandeza de significado que é sentir.
(em busca constante da intensidade do sentir!)
se a música tomasse conta de você de tal forma que, sem perceber, você deixasse de ouvi-la e torna-se parte dela, se sua dança fosse o ritmo e melodia?
Se o seu corpo não fosse nada além daquilo que se movimento pelo espaço e que sente (e faz sentir) de forma tão intensa? (você já experimentou a ponta dos seus dedos levemente subindo pelo seu braço?)
E se você fosse capaz de se entregar às sensações, o que isso acarretaria? O que isto faria com o modo de pensar sua vida e suas prioridades?
Não se trata de escravizar-se pelo poder inebriante que as sensações podem nos 0ferecer. Trata-se de perceber as limitações inerentes à razão, incapaz de responder por estímulos sensoriais de forma tão profunda e significativa.
Saber é importante, mas não é tudo. Preciso, cada vez mais, descobrir sobre o sentir, entender o que dizem as sensações. Não haverá verdadeira revolução, nenhuma libertação sustentável ou felicidade plena que possa ser atingida, única e exclusivamente, por construções racionais que desconsiderem a grandeza de significado que é sentir.
(em busca constante da intensidade do sentir!)
terça-feira, 15 de setembro de 2009
"Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Interessante a vontade de escrever novamente....
então, vou postar um momento de inspiração o qual sempre fez parte de mim....
e mais do que nunca, está presente....
O motivo pelo qual se aprende tanto cada vez que se lê O Pequeno Príncipe, na minha opinião, é que ele fala sobre a construção de relações que não são aquelas que comumente vivenciamos no mundo de hoje.
Não estou falando sobre vidas alheias. Estou falando de mim, de você e de quase todas as pessoas ao nosso redor. É incrível o quanto a gente é capaz de se distrair com detalhes e deixar que o mais importante se perca. É triste, triste demais!
“Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas”
É uma máxima simples. Somos responsáveis por aqueles com quem criamos laços. Mas por que?
Porque o nosso coração, quando cultivado, fica mais sensível a tudo o que vem daquela pessoa. Porque o que ela diz passa a ter um significado diferente, porque o que ela é passa a importar muito mais do que o que são os outros. Porque o carinho, as críticas, as vontades, as escolhas, as atenções, tudo isso passa a ser muito mais importante.
“A gente só conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas”
Não temos mais tempo de conhecer coisa alguma. Não dá para conceber isso! Quem não tem tempo de ir ao aniversário do amigo, quem não tem tempo pedir desculpa, quem não tem tempo de mandar um email, quem não tempo de tomar “aquela breja” com os amigos, quem não tem tempo de almoçar com a família, quem não tem tempo de pensar sobre o mundo, quem não tem tempo para amar, quem não tem tempo para lutar pelos seus ideais… será que tem tempo de viver?
Outra questão é disposição. Somos cada vez mais comodistas. Queremos bastante, lutamos pouco, realizamos menos ainda. Mas cativar requer disposição, precisamos ter atitude, iniciativa, prestar atenção! Precisamos gastar energia (e para isso precisamos ter energia para gastar).
Não dá, mesmo, para fazer tudo e ao mesmo momento. Mas não estou falando de grandiosas obras! Estou falando de atitudes que podem demorar alguns segundos, poucos minutos ou umas horas, no máximo. Será que o que ocupa o nosso tempo atualmente é mais importante (seja para a sobrevivência ou por alimento a alma) do que o que deixamos de fazer? Será que estamos gastando energia no que realmente vale a pena?
E, o mais importante, qual é a conseqüência destas nossas atitudes em relação às pessoas que cativamos? Obviamente elas nos perdoam. Foram cativadas. Mas o quanto será que estaremos afetando a sua crença em relação ao mundo, a amizade, ao quanto ela pode contar com você, ou quanto sua presença é real. É bom sonhar: mas viver os sonhos é melhor ainda. Nada substitui a presença, que às vezes se manifesta pela simples disponibilidade da outra pessoa em partilhar com você. Sim, quantas vezes temos corpos ao nosso lado e pessoas distantes, e quantas vezes temos corpos distantes e pessoas ao nosso lado?
Levo dentro de mim todas as pessoas que me são especiais. Mas a própria felicidade de carregá-las no coração contém, intrinsecamente, uma certa angústia pelas limitações diretas que me impedem de tê-las por perto.
Não quero deixar isso acontecer comigo. Não quero deixar de ter tempo ou energia para cuidar daqueles que cativei.
Muito menos daquela que é minha realidade hoje...
Mas as escolhas não dependem só de mim. Tentarei entender o momento e o contexto de cada um, e tenho consciência de que, às vezes, os caminhos levarão as pessoas para longe, sim. O problema é que essa consciência não faz doer menos.
então, vou postar um momento de inspiração o qual sempre fez parte de mim....
e mais do que nunca, está presente....
O motivo pelo qual se aprende tanto cada vez que se lê O Pequeno Príncipe, na minha opinião, é que ele fala sobre a construção de relações que não são aquelas que comumente vivenciamos no mundo de hoje.
Não estou falando sobre vidas alheias. Estou falando de mim, de você e de quase todas as pessoas ao nosso redor. É incrível o quanto a gente é capaz de se distrair com detalhes e deixar que o mais importante se perca. É triste, triste demais!
“Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas”
É uma máxima simples. Somos responsáveis por aqueles com quem criamos laços. Mas por que?
Porque o nosso coração, quando cultivado, fica mais sensível a tudo o que vem daquela pessoa. Porque o que ela diz passa a ter um significado diferente, porque o que ela é passa a importar muito mais do que o que são os outros. Porque o carinho, as críticas, as vontades, as escolhas, as atenções, tudo isso passa a ser muito mais importante.
“A gente só conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas”
Não temos mais tempo de conhecer coisa alguma. Não dá para conceber isso! Quem não tem tempo de ir ao aniversário do amigo, quem não tem tempo pedir desculpa, quem não tem tempo de mandar um email, quem não tempo de tomar “aquela breja” com os amigos, quem não tem tempo de almoçar com a família, quem não tem tempo de pensar sobre o mundo, quem não tem tempo para amar, quem não tem tempo para lutar pelos seus ideais… será que tem tempo de viver?
Outra questão é disposição. Somos cada vez mais comodistas. Queremos bastante, lutamos pouco, realizamos menos ainda. Mas cativar requer disposição, precisamos ter atitude, iniciativa, prestar atenção! Precisamos gastar energia (e para isso precisamos ter energia para gastar).
Não dá, mesmo, para fazer tudo e ao mesmo momento. Mas não estou falando de grandiosas obras! Estou falando de atitudes que podem demorar alguns segundos, poucos minutos ou umas horas, no máximo. Será que o que ocupa o nosso tempo atualmente é mais importante (seja para a sobrevivência ou por alimento a alma) do que o que deixamos de fazer? Será que estamos gastando energia no que realmente vale a pena?
E, o mais importante, qual é a conseqüência destas nossas atitudes em relação às pessoas que cativamos? Obviamente elas nos perdoam. Foram cativadas. Mas o quanto será que estaremos afetando a sua crença em relação ao mundo, a amizade, ao quanto ela pode contar com você, ou quanto sua presença é real. É bom sonhar: mas viver os sonhos é melhor ainda. Nada substitui a presença, que às vezes se manifesta pela simples disponibilidade da outra pessoa em partilhar com você. Sim, quantas vezes temos corpos ao nosso lado e pessoas distantes, e quantas vezes temos corpos distantes e pessoas ao nosso lado?
Levo dentro de mim todas as pessoas que me são especiais. Mas a própria felicidade de carregá-las no coração contém, intrinsecamente, uma certa angústia pelas limitações diretas que me impedem de tê-las por perto.
Não quero deixar isso acontecer comigo. Não quero deixar de ter tempo ou energia para cuidar daqueles que cativei.
Muito menos daquela que é minha realidade hoje...
Mas as escolhas não dependem só de mim. Tentarei entender o momento e o contexto de cada um, e tenho consciência de que, às vezes, os caminhos levarão as pessoas para longe, sim. O problema é que essa consciência não faz doer menos.
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